Sentimentalidades
Palavra é como pó, ao soprar do vento fica só o rastro na memória
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Na janela de casa
Beija o vento a brisa
Embala o mar de pensamentos.
Toca os olhos e escuta a pele.
Sente todos os sons.
Rodeia o coração
Permanece na alma.
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